GDF envia Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020 à CLDF e Prevê Arrocho
O Gama já pode ligar o sinal de alerta: Com ausência de recursos para investimentos e problemas para fechar a folha de pessoal, o governo Ibaneis quer a colaboração dos parlamentares no embate do desgaste político do ajuste fiscal para o ano que vem, conforme consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020 enviado à Câmara Legislativa. Para isso, o projeto que será tema de debate acalorado entre os deputados, traz proposta de redução de 50% nos recursos destinados a emendas parlamentares. No projeto de Lei de Diretrizes
Orçamentárias de 2020, que será analisado pelos deputados distritais, o GDF
propôs reduzir à metade os recursos reservados para emendas parlamentares
individuais. Sem a proposta, os parlamentares podem decidir sobre o destino de 2% das
receitas correntes líquidas do Distrito Federal, o que significa dizer uma estimativa de cerca de R$
440 milhões. O GDF quer reduzir esse percentual para 1%, reservando R$ 220 milhões para as emendas.
Aí o leitor pode perguntar "O que tem o Gama a ver com isso?' A resposta está na constatação do secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento, André Clemente. “Ao analisar o histórico de execução orçamentária, nota-se que apenas cerca de 50% das programações consignadas na lei orçamentária por meio de emendas parlamentares individuais são, de fato, executadas, o que corresponde a 1% da receita corrente líquida”, justificou o secretário de Fazenda. Já estamos no meio do ano e até agora não temos notícias dos projetos da Administração do Gama para este ano. Será que o ano que vem também será um ano perdido? (Rock Lane)
Aí o leitor pode perguntar "O que tem o Gama a ver com isso?' A resposta está na constatação do secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento, André Clemente. “Ao analisar o histórico de execução orçamentária, nota-se que apenas cerca de 50% das programações consignadas na lei orçamentária por meio de emendas parlamentares individuais são, de fato, executadas, o que corresponde a 1% da receita corrente líquida”, justificou o secretário de Fazenda. Já estamos no meio do ano e até agora não temos notícias dos projetos da Administração do Gama para este ano. Será que o ano que vem também será um ano perdido? (Rock Lane)

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